quarta-feira, novembro 16, 2005

excertos e enxertáveis

Disse o Jerónimo de Sousa, na apresentação do compromisso da sua/nossa candidatura, que “a utopia é um desejo sem lugar e sem tempo”... e que aquilo por que lutamos tem um lugar, Portugal, e um tempo, este que vivemos.

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Cá por mim, vou insistir na minha “utopia do dia”… que tem estado em pousio.

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E vou voltar a este registo não por ser incorrigível, nem para mostrar desacordo com o que disse o Jerónimo, mas porque as "minhas utopias” têm um lugar, Portugal, e um tempo, este que vivemos!
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É por isso que ando a dizer que nem serão utopias... precisam das aspas.

1 comentário:

Anónimo disse...

Terminou o pousio. Venham as sementes carregadas de utopia que aqui o cromo já sente falta delas. Fica a terra prenha da certeza que é a de estar vivo.